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O Grupo Audi demonstrou forte solidez operacional durante o primeiro semestre de 2026, garantindo a estabilidade contínua de seus negócios. Sustentando seu desempenho financeiro e estratégico, a empresa avança em ritmo firme no plano de renovação de seu portfólio de produtos. A Audi se prepara para apresentar seu novo modelo topo de linha — o Audi Q9 — no final de julho, consolidando sua liderança no segmento premium, enquanto o Audi A2 e-tron totalmente elétrico chega no outono para expandir a presença da marca no segmento de entrada de veículos elétricos.
Paralelamente à renovação da sua linha de modelos, a Audi também está intensificando o desenvolvimento estratégico da empresa. Para a próxima fase da transformação, o Conselho de Administração do Grupo Volkswagen apresentou ao Conselho Fiscal um pacote abrangente de medidas destinadas a melhorar de forma sustentável a eficiência e a competitividade do Grupo. Este pacote baseia-se num plano estratégico concebido para tornar o Grupo e as suas marcas mais eficazes, sustentáveis e resilientes face às influências externas e aos riscos crescentes.
Segundo Gernot Döllner, CEO da Audi, a marca atua como um pilar central para o futuro da organização, demonstrando disposição para passar por transformações profundas — desde reestruturações operacionais difíceis até movimentos estratégicos arrojados, como a entrada na Fórmula 1 e a criação de uma marca exclusiva para o mercado chinês.
Döllner destaca que esse compromisso com a modernização se traduz diretamente no portfólio da empresa. “Nosso objetivo comum é um roteiro sustentável de longo prazo para o futuro. Estamos comprometidos com a modernização da Audi, o que se reflete em um portfólio focado e mais alinhado do que nunca com as necessidades de nossos clientes em cada região. O Audi Q9, que fará sua estreia mundial em Nova York no final de julho, é uma prova clara disso: nosso primeiro SUV grande foi desenvolvido especificamente para atender às demandas do mercado por espaço, excelência técnica, qualidade e segurança, fortalecendo nossa posição no segundo maior mercado automotivo do mundo”, declarou.
O CFO da Audi, Jürgen Rittersberger, ressalta que as medidas de eficiência e a rigorosa disciplina de custos adotadas pela empresa já começaram a surtir efeito positivo nos resultados do primeiro semestre. No entanto, diante de um cenário global cada vez mais exigente para o setor automotivo, o executivo reforça a necessidade de evoluir na estratégia.
“Com maior eficiência, prioridades claras e um foco preciso em nossos objetivos estratégicos, estamos tornando a Audi mais competitiva. As medidas que tomamos estão funcionando, mas não são suficientes. O cenário geopolítico e econômico desafiador coloca toda a indústria sob crescente pressão para agir”, afirmou Rittersberger. “Para permanecermos competitivos no cenário global, precisamos trabalhar em conjunto com o Grupo Volkswagen para realinhar nosso modelo de negócios e implementar melhorias estruturais em larga escala”, concluiu.
