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6 de fevereiro de 2026

Bayer apresenta molécula que reduz em 26% o risco de segundo AVC

Por Redação Brasil-Alemanha News

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Foto: Freepik

A Bayer apresentou os resultados do OCEANIC-STROKE, um estudo com uma molécula que potencial de reduzir riscos de acidente vascular cerebral (AVC) em pacientes que já sofreram um episódio anteriormente. Na pesquisa, o asundexian foi administrado uma vez a dia e comparado com a reação em pacientes que tomaram um placebo. Os resultados mostram que aqueles que usaram o asundexian tiveram risco menor de um segundo episódio de AVC isquêmico, sem aumento no risco de sangramento grave, segundo a Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia.

Esses achados foram consistentes independentemente da idade ou sexo, evento avaliado, subtipo de AVC e terapias voltadas para o AVC e prevenção. Os resultados foram apresentados na Conferência Internacional de AVC, em Nova Orleans, nos Estados Unidos. O OCEANIC-STROKE é o primeiro estudo desse tipo que demonstrou superioridade na redução do AVC isquêmico recorrente em comparação com placebo.

Juntamente com os achados primários, os desfechos secundários mostraram que o asundexian reduziu qualquer tipo de AVC (isquêmico e hemorrágico) em 26% em comparação com placebo. Além disso, outros desfechos secundários de eficácia foram alcançados com a molécula em comparação com o placebo, quando ambos foram administrados em combinação com terapia antiplaquetária, incluindo o desfecho de morte cardiovascular, infarto do miocárdio ou AVC, e o de morte por qualquer causa. A análise do resultado primário de segurança mostrou que não houve aumento na taxa de sangramento grave.

“A redução consistente em eventos secundários com asundexian em todos os tipos de AVC incluídos no estudo é particularmente impressionante” diz Ashkan Shoamanesh, co-investigador principal do estudo OCEANIC-STROKE e cientista sênior do Population Health Research Institute (PHRI). “O OCEANIC-STROKE foi intencionalmente pensado com o objetivo de tornar os achados aplicáveis para as diversas formas pelas quais o AVC se apresenta na prática clínica. Esses resultados proporcionam confiança de que, se aprovado, o medicamento poderá se tornar uma opção importante para a prevenção secundária de AVC em uma ampla gama de pacientes com AVC”, afirmou.

 

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