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Economia Empresas
11 de setembro de 2026

Itaú BBA reforça atuação em ativos digitais com novo ETF

Por Redação Brasil-Alemanha News

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Foto: Divulgação

O Itaú BBA participa da estruturação e distribuição do Digital Yield ETF (DIGY11), fundo que começará a ser negociado na B3 na próxima semana e que busca ampliar o acesso de investidores brasileiros a empresas inseridas no ecossistema Bitcoin. Desenvolvido pela OranjeBTC, o produto será o primeiro ETF listado na bolsa brasileira composto por ações preferenciais internacionais emitidas por companhias com exposição relevante ao ativo digital.

A iniciativa acompanha o avanço do mercado de ativos digitais no Brasil e a diversificação da oferta de produtos de investimento ligados à economia digital. Além do Itaú BBA, o fundo conta com gestão da 3R Investimentos, índice de referência desenvolvido pela MarketVector, empresa do grupo VanEck, e administração fiduciária do Banco Daycoval.

O DIGY11 foi estruturado para realizar distribuições mensais em reais aos cotistas, utilizando uma carteira inicialmente composta por ações preferenciais emitidas por empresas que mantêm Bitcoin como parcela relevante de suas reservas corporativas. Entre os ativos previstos para compor a carteira estão instrumentos emitidos pela Strategy e pela Strive.

De acordo com as informações apresentadas no material de lançamento do fundo, os rendimentos gerados pelos ativos internacionais serão convertidos e distribuídos em moeda brasileira, observadas as condições e despesas da estrutura. A proposta é combinar geração de renda recorrente com exposição indireta ao segmento de ativos digitais.

O ETF acompanhará um índice desenvolvido para selecionar ações preferenciais emitidas por companhias abertas ligadas ao ecossistema Bitcoin, utilizando critérios relacionados à liquidez, estrutura dos ativos e capacidade de distribuição recorrente de rendimentos. A metodologia foi desenvolvida em parceria com a MarketVector.

A chegada do DIGY11 ocorre em um momento de expansão do mercado de produtos financeiros vinculados à economia digital. Como os demais ETFs de renda variável, o fundo não possui garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e está sujeito a riscos de mercado, crédito, liquidez e às políticas de distribuição adotadas pelos emissores presentes em sua carteira.

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