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Sustentabilidade Meio Ambiente Pesquisa Responsabilidade Social
18 de junho de 2026

KPMG apresenta nova versão do Guia ESG para Investimentos Alternativos

Por Redação Brasil-Alemanha News

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Foto: Freepik

A KPMG juntamente com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) lançou o “Guia ESG para Investimentos Alternativos”, um material que consolida regulamentações e orientações para a aplicação das práticas de meio ambiente, social e governança na indústria de capital privado. O documento foi elaborado considerando as exigências regulatórias do Brasil e parâmetros internacionais, oferecendo um roteiro prático para auxiliar as gestoras na estruturação de políticas internas, processos de due diligence e na gestão de impacto positivo junto às empresas investidas.

Destinado a gestores, administradores e demais stakeholders do mercado brasileiro, o Guia reforça como a agenda ESG consolidou-se como uma ferramenta estratégica para mitigação de risco e criação de valor a longo prazo, superando a função de mera exigência regulatória. Globalmente, investidores institucionais reconhecem que as práticas ESG não se limitam a identificar e reduzir riscos, mas também potencializam a criação de valor de longo prazo. Diante desse contexto, gestoras e fundos locais e internacionais adotam diretrizes para a incorporação dos critérios ESG em todas as etapas do processo de investimento.

Principais tópicos abordados no Guia ESG para Investimentos Alternativos

O Guia detalha a evolução do contexto regulatório brasileiro, com normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BACEN) e da B3, além da nova Taxonomia Sustentável Brasileira. O material também traz orientações sobre o acompanhamento de práticas ESG nas empresas investidas conforme porte, setor e materialidade (processo de identificação e priorização em temas ambientais, sociais e de governança e seus impactos no desempenho financeiro da empresa), incluindo governança climática e natureza, e apresenta o uso de KPIs ESG como instrumento de gestão, abordando monitoramento contínuo, resposta a incidentes, evidências de impacto, governança de dados e auditorias independentes.

Além disso, o documento destaca que o Brasil oferece amplas oportunidades de mercado ancoradas na transição energética, nas soluções baseadas na natureza e na recente criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). O uso de inovações tecnológicas, como inteligência artificial e blockchain, aliado à auditoria independente de dados, é vital para evitar o greenwashing e atender às rigorosas exigências futuras.

“Assim como ocorre com as questões operacionais e financeiras, uma gestão socioambiental efetiva requer comprometimento das empresas, englobando, entre outros aspectos, engajamento da liderança, incorporação à cultura organizacional, designação de papéis e responsabilidades, capacitação de colaboradores, investimento em tecnologia, definição e mensuração de métricas, bem como governança para acompanhamento e tomada de decisão”, finaliza o sócio de capital advisory da KPMG no Brasil, Cláudio Graeff.

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