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4 de fevereiro de 2026

KPMG: fusões e aquisições em seguros tiveram alta de 19%

Por Redação Brasil-Alemanha News

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Foto: Divulgação

Empresas que atuam no setor de seguros realizaram 25 operações de fusões e aquisições, no acumulado até setembro de 2025. Desse total, 16 envolveram fundos de investimentos de private equity e venture capital. Trata-se de uma alta de cerca de 19% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram fechados 21 negócios. Os dados são de um estudo periódico da KPMG, com 43 setores da economia.

Com relação ao tipo de transação, das 25, a maioria (15) foi doméstica, 9 foram realizadas por empresas estrangeiras adquirindo capital de outra estabelecida no Brasil (tipo CB1); e uma feita por brasileiros adquirindo de estrangeiros capital de empresa estabelecida no exterior (tipo CB2).

“O cenário de fusões e aquisições no setor de seguros está mais favorável. A maior parte da distribuição dos tipos de transação está concentrada nos tipos CB1 e doméstica, mostrando que o mercado interno continua aquecido, com os investidores buscando investimento em tecnologia e corretagem de seguros, tendência iniciada no ano passado e que mostra o setor buscando inovação e contato com os clientes”, aponta o sócio da KPMG, Fernando Mattar.

No cenário geral, o terceiro trimestre de 2025 teve o melhor desempenho quando o assunto é fusões e aquisições. Foram fechadas 425 operações do tipo, sendo 203 de private equity e venture capital. Considerando o ano passado, até setembro, foram realizadas 1.164 operações de fusões e aquisições, uma leve queda de 2,6% em relação aos mesmos meses de 2024, quando houve 1.196 transações.

“A queda no número de fusões foi pequena e podemos considerar um cenário estável. Isso se deve ao contexto macroeconômico brasileiro. Por isso, não houve uma recuperação significativa em relação ao ano passado, apesar de o ticket médio por transação estar crescendo. Por outro lado, aumentou a participação de fundos de investimentos no total de operações concretizadas”, analisa o sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.

 

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