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29 de agosto de 2025

Professor de comunicação da PUCRS conquista destaque nacional com bolsa de pesquisa nível máximo do CNPq

Por Redação Brasil-Alemanha News

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Foto: Giordano Toldo/PUCRS

O professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social (PPGCom) da PUCRS, Juremir Machado da Silva, foi contemplado com a bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ) nível 1A, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Trata-se da classificação mais alta da pesquisa acadêmica no Brasil.

Doutor em sociologia pela Université Paris V René Descartes, Juremir é graduado em Jornalismo e História pela PUCRS, onde também coordenou o PPGCom de 2003 a 2014. Autor de dezenas de livros, entre obras acadêmicas e ensaios, se consolidou como uma referência nacional em estudos sobre mídia, cultura e sociedade.

“A pesquisa é um modo de vida, sabe? Tem que ser escolhido entendendo que aquilo vai trazer realização pessoal e que vai ser útil para sociedade. Eu, por exemplo, fiz essa escolha e não me arrependo. Se eu tivesse que começar de novo, eu faria novamente, porque é uma coisa que eu gosto”, conta Juremir.

Para o atual coordenador do PPGCom, professor Cristiano Max, o reconhecimento reforça a solidez do programa.

“O Juremir é um cara inteligente, intelectual, que critica, e faz com que o programa de pós-graduação chegue de uma maneira mais leve aos alunos da graduação”, afirmou.

Sobre o CNPq

Criado em 1951, o CNPq é a principal agência de fomento à ciência no Brasil, responsável por apoiar desde a iniciação científica até projetos de ponta em diversas áreas. As bolsas reconhecem anualmente pesquisadores que tiveram destaque em suas áreas de conhecimento e participaram na formação de novos cientistas. O objetivo é valorizar e incentivar o aumento da produção científica de qualidade.

O sistema é dividido em duas modalidades, PQ (Produtividade em Pesquisa) e DT (Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora). Dentro delas, o pesquisador é colocado em quatro diferentes níveis (1A, 1B, 1C ou 1D). O nível 1A reúne apenas os pesquisadores mais consolidados e influentes do País.

Em 2025, foram aprovadas ao todo 5.708 bolsas PQ e PQ-Sênior. Destas, apenas 7,5% correspondem ao nível mais alto. Para Juremir, a conquista funciona como uma espécie de “selo de qualidade”: “Tem muitos pesquisadores querendo em cada área e tem poucas bolsas”, destacou o docente.

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